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segunda-feira, 12 de junho de 2017

Poesia Nos Contornos Das Eras/ Samuel Tenório


O vento trás um ar confortável
Respiro um suspiro lento e maleável,
No tremor das mãos, o frio suor
Escorre da face. Envolvemos nos olhares!
Confraternizo dos mais diferentes ares…
Nela encontro à paz maior.

Os olhos sobre os olhos se estacionaram…
O coração palpitou em salto, vazaram
Do íntimo turbilhão de sentimentos.
A brisa, molejava os nossos rostos;
Os corpos submergiam alvorotos
Transfigurando eternos lamentos!

Esqueço! Esqueço quem eu sou;
Tudo pra mim reduz num único valor,
Está perto dela todos os dias
Ser um ser alegre e confiante
Alegrar e se alegrar como amante
Viajar em sua companhia.


Os doentios dias se perderam ao vento
O sol abole o nevoento,
Os lábios molhados eu desejo beijar
Sinto a amacieis das mãos
Perdido aos atributos, eu encontro a união
Desenvolve a vontade de amar.

Eu mim jogo no desconhecido
O tempo valioso, eu declaro ter vencido
Me perco de amor na figura dela
Fascinado mim ofereço,
Calcular o que sinto não tem preço!
Nunca negarei o real amor por ela!

Desconforto do coração evadido!
Livrai-me da culpa do tempo perdido.
Nos contornos das eras
Renasce em mim o amor…
Iludindo-me, e expulso a dor!
Controlando a feroz fera.

Os sonhos confundem nem sei o que é?
Tenho que ser tolerante a saciar a fé.
Aos passos lentos eu quero seguir,
Quando antes a terei comigo
Em meu coração terá um abrigo
O amor real tende a existir.

Escritor e poeta: Samuel Tenório


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