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terça-feira, 15 de maio de 2018

Resenha - 359/ H. Veríssimo S. Folhi

A resenha de hoje é do livro 359... do escritor H. Veríssimo. Esta que foi produzida pela colunista convidada Marciana  Leandro Paz, sendo assim, a segunda resenha dela escrita para você leitor do Blog Margem Literária. 

FOLHI, H. Veríssimo S. 359.... Recife: Universitária da UFPE, 2002. p. 148. 

SBN: 8573153083
Ano: 2002
Edição: 20º
Páginas: 148

Assunto: Literatura nacional - romance
Editora: Universidade da UFPE

Resenhado por: Marciana Leandro Paz
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SINOPSE DA COLUNISTA: Como seria viver no mundo sem o direito a liberdade de expressão, a voz ativa, a tomada de iniciativas, a contestação, a verdade e, sobretudo, a liberdade democrática? Viver com estes princípios - que, evidentemente, regem a vida em sociedade - vedados, seria o mesmo que, como disse o cantor e compositor Geraldo Vandré, “morrer pela pátria e viver sem razão”. No entanto, já houve uma época no Brasil em que esta liberdade fora barrada pelo regime militar instaurado no país em 64. Por sua vez, este período ficara profundamente marcado por acontecimentos cruéis e frustrantes de supressão dos direitos constitucionais, aprisionamento, tortura e pela censura aos meios de comunicação. Em detrimento disso, a obra a ser resenhada “359...”, de H. Veríssimo S. Folhi, proporciona-nos o reconhecimento dessas questões vivenciadas no Brasil durante um dos períodos mais conturbadores, por assim dizer, de sua história. 

6º Resenha do "Margem Literária"






O romance “359...”, da autoria de H. Veríssimo, gira em torno de personagens cujos nomes não são-nos revelados. O desencadeamento dos fatos inicia quando uma estudante de literatura depara-se com um belo rapaz fitando-a na praça da estação. Ao sentir-se enamorada, ela decidira aproximar-se, todavia, para o seu infortúnio, o jovem encontrava-se sem vida. É então que, guiada pelos próprios sentimentos e pela imaginação, resolvera trilhar árduos caminhos em busca da família do falecido.

A moça, portanto, viajara durante dias com o propósito de encontrar pistas que a conduzissem até a cidade onde, possivelmente, vivessem os seus parentes. Esta caça incessante e ingênua, tida como suspeita, resultara em sua prisão. Por conseguinte, para que fosse liberta, recebera subsídio de uma organização política contrarrevolucionária. Graças a esta ajuda, a jovem pode compreender o que se passava, ficando informada acerca dos riscos a que estava submetida. No entanto, apesar dessas situações frustrantes e ameaçadoras, ela não desistiu de alcançar o seu objetivo e prosseguiu com sua expedição.



Logo após chegar à cidade, a protagonista continuou a procura de mais pistas e, finalmente descobriu o casarão em que residira o seu amado. Dirigiu-se até lá, porém, em seu interior havia somente o silêncio absoluto. Curiosa, a estudante não perde a oportunidade de conhecê-la. Por sua vez, transitou por longos corredores com o intuito de encontrar o quarto do rapaz. Passada horas neste ambiente, a jovem ouviu passos apressados se aproximando, o que, de certa forma, causou-lhe pânico. Sem saber como proceder, fingira estar adormecida.



No dia seguinte, antes de regressar da viagem, um senhor entregou-lhe um diário, cujos relatos deram-lhe a oportunidade de conhecer uma parte da vida do jovem encontrado morto na praça. Conhecera também uma de suas partituras “Asas da Liberdade”, cuja composição ocasionou a morte de vários inocentes.

Já em sua cidade, a moça, ao desembarcar do trem, estranhamente começou a passar mal, sentiu o sangue fugindo-lhe do corpo, a respiração curta, a cabeça pesada e o mundo girando. O que acontecerá com ela? Morrerá, assim como morrera o seu amado? O que motivara aquela moça desatina realizar tal viagem, pondo em risco a própria vida? Será que fora seus sentimentos platônicos por um cadáver? Sua ingenuidade perante o que estava sendo vivenciado na sociedade? Pois bem, estas são algumas questões que poderão ser respondidas a partir de uma leitura da obra “359...”.

Narrada em primeira pessoa, H. Veríssimo apresenta-nos uma obra contagiante e repleta de tensão. O autor nos faz pensar nos horrores que imperava no Brasil durante a Ditadura Militar, onde a música era a única voz que se podia ouvir em uma sociedade conivente naquela ocasião. Em seu prefácio, o autor homenageia as vítimas dessa atrocidade, dentre elas Carlos Marighella e Carlos Lamarca.

De linguagem clara e de amplo entendimento, a leitura desta incrível e instigante história é indicada para o público em geral. Onde cada leitor terá, portanto, uma experiência imaginária única, que parte desde o leitor ingênuo ao leitor experiente.

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Para você que sempre vista o blog, que ainda não leu, ou para quem está aqui pela primeira vez, segue a primeira resenha escrita da colunista Marciana Leandro Paz do livro de Ariano Suassuna: História Do Amor De Fernando E Isaura. 

Conheça um pouco mais da colunista Marciana Leandro Paz. 


Foto de Marciana Paz

Marciana Leandro Paz, cursa o 5º período de Letras/Português e suas Literaturas pela Universidade de Pernambuco/Campus Garanhuns. Atuou como monitora do curso de LIBRAS (Língua Brasileira de Sinais) para iniciantes, promovido pelo Instituto de Ciências Biológicas ICB/UPE, com apoio do NIACLibras – Núcleo de Inclusão e Acessibilidade do Programa Ciranda Auditiva. E-mail: marcianapaz18@gmail.com 


terça-feira, 1 de maio de 2018

Poema - Programa Masterchef Brasil/ Samuel Tenório




É com muita felicidade 

Que eu vou registrar em verso 

O maravilhoso programa 
Antes de tudo confesso 
Que eu sou um grande fã 
Da qualidade e progresso.

Você esteja esperto 
Com o controle na mão 
Chame toda a sua família 
TV. Bandeirantes é emoção 
O programa MasterChef 
Trás paz em seu coração. 

Em imensa animação 
Prepare o seu paladar 
Pratos de muito capricho 
Que não há em todo lugar 
O MasterChef Brasil 
Daqui a pouquinho no ar. 

Este poema pra te alertar 
Fique bem informado 
Esquematize o seu tempo 
Desde já está chamado 
A assistir o MasterChef 
Um programa amado. 

Sendo você avisado 
Sinta-se bem à vontade 
Pra torcer para aquele 
Que tu tens afinidade 
Assim, fica emocionante 
E aumentando a ansiedade. 

Agora eu mim despeço 
Sei que vocês vão assistir 
O MasterChef Brasil 
Se gostar pode curtir 
O poema que produzi 
Pra apenas te divertir.
#MasterChefBR




Escritor Samuel Tenório 

28 de junho de 2016 às 19h56min final: 20h21min 





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Poema de Haicai - Uma Reflexão Sobre A Vida/ Samuel Tenório




Ah, se todos vissem o mundo
Feito a criança que busca no fundo
Do pacote o último biscoito doce...


28 de julho de 2017
Escritor Samuel Tenório





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